sexta-feira, 27 de julho de 2012

Realização e novos rumos - Parte 2

Novos rumos!
É isso mesmo, mais uma vez a vida me deu novos rumos. Coisa louca, né?
Não é nem necessário tentar entender tantas mudanças, mas se quiser é simples. Boas oportunidades aparecem e eu não deixo de agarrá-las, e graças a Deus elas aparecem com frequência.
Mas hoje é diferente. Hoje é quase a realização de um sonho.
Sinto que cheguei à realização pessoal e profissional que tanto almejei, e com poucos 20 anos.

Há cerca de dois meses recebi um convite, o mais supreendente de todos. O convite para trabalhar no Globoesporte.com. Que delícia! Uma realização.
Hoje sou repórter e nunca me senti tão feliz indo pra rua, pegando sol, poeira e vento no cabelo. Vida de repórter! Os perrengues da reportagem esportiva me fazem muito bem, muito realizada. Nada a reclamar, só a agradecer.

Você sente a realização quando no final do expediente, todos os dias, você se sente uma pessoa melhor. Isso é pra poucos, e eu consegui.

Sinceramente penso que agora eu estou no que realmente sonhei, e por mérito. Bom, né? Só tenho a agradecer a quem acreditou - à família, aos amigos, companheiros de trabalho e ao homem da minha vida -, que confiam no meu trabalho e me dão a energia necessária pra seguir em frente. Muito obrigada, gente linda!

Mas tá, chega, vou parar de bla bla bla porque aqui não é cerimônia do oscar.

O que pretendo passar aqui hoje é um pouco da experiência com o esporte regional.
Quem trabalha no meio pode não acreditar, mas há histórias impressionantes por trás dos desportistas pouco valorizados no nosso Estado. Lindas histórias. Histórias de batalhas, de lutas diárias para quem escolheu dizer sim à uma vida saudável, digna e cheia de sonhos e que não pode contar com muito apoio. Triste realidade, mas bela iniciativa.

Histórias de atletas que suam, chegam ao ápice e pouco tem seu nome divulgado em Rondônia. Pessoas que são motivo de orgulho. Jogadores de futebol que estão na Europa ou em grandes clubes do país, atletas que têm em casa, em um canto simples da mobília, um troféu de relevância internacional... São tantos, tantos que se orgulham em representar Rondônia, mas que infelizmente não sentem a reciprocidade do povo. Não por maldade, mas por não conhecer. Uma grande falha que pretendemos consertar, ou pelo menos amenizar.

Hoje, trabalhando no ramo, um dos meus objetivos como jornalista é enaltecer o esforço de quem zela pelo esporte. De quem se dedica e de quem leva esse ritmo de vida à crianças e jovens em situação de risco como um simples ato de amor ao próximo. Às Marinalvas, Nenês, aos Robsons, Leandros e Nenos que conquistam, em uma batalha diária, um espaço no esporte.

Essa é a minha missão. A minha apaixonada missão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário