É normal, para qualquer pessoa, que surjam questionamentos (sobre a vida e o modo de viver) após uma grande tragédia como a de Santa Maria.
A gente para pra pensar como pessoa, como profissional, como mulher, mãe, filha, esposa e se encaixa em todos os papeis sociais, as vezes em todos de uma vez, pra tentar enxergar o que se tem feito da vida.
A resposta muitas vezes é assustadora.
Uma frase de Dalai Lama, famosa na rede, diz um pouco sobre isso. A tal mensagem diz que "os homens perdem a saúde para ganhar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem tanto no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivesse vivido". E é assim mesmo. O pior é que é assim mesmo.
Profissionalmente, eu não sei dizer se não me envolveria emocionalmente com a situação dos familiares das vítimas do incêndio.
Como filha (ou mãe, numa situação futura), não sei se suportaria tamanha dor. Se seguiria em frente.
Como pessoa, não sei mais ao certo qual é o nosso propósito por aqui, já que a vida é tão frágil e diversas vezes comparada à chama de uma vela, que pode se apagar no mais sutil sopro.
Sinceramente eu não sei.
Não estou querendo aqui dizer que todos devemos mudar, passar a desapegar de bens materiais, vivendo apenas de luz e amor ao próximo. Sejamos realistas. Mas as mais de 200 vidas que se foram devem servir, pelo menos (sendo bem pessimista) para que alguns aspectos da vida moderna sejam repensados. Não pode ser à toa, não deve ser à toa.
Não há explicações para o que aconteceu, mas há a necessidade de evolução - física e espiritual - com o exemplo catastrófico de tantas vidas, jovens vidas que não estão mais neste plano.
Repensar é bom. Se reinventar é melhor ainda.
Além do luto, e das críticas que tantos insistem em fazer ao procurar um culpado para o que aconteceu, é bom que se pare e pense no que se tem feito.
E boa sorte quanto às conclusões.
É tudo Comunicação!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
21 anos com carinha de 30! Parabéns pra mim.
Dia 03 de outubro de 2012... Lá na frente voltarei aqui para ler o que se passava em minha vida no momento em que completava 21 anos...
É isso mesmo. Hoje comemoro, aos 21 anos, a conquista de tantas experiências e agradeço a DEUS por mais um ano de vida, "de vitórias, trajetos e glórias", porque hoje eu só tenho a agradecer e a refletir, estipular metas pessoais e profissionais para mais esse ciclo que se inicia.
Na vida profissional, que começou aos 18, só saldo positivo.
Diria até que a realização do sonho veio justamente em 2012, no Globoesporte.com, que é onde faço o que amo e me identifico como ninguém. Tenho muito a agradecer por isso e agradecendo me comprometo a fazer melhor, a fazer mais ainda pela minha profissão, pelo meu trabalho, me apaixonando cada dia mais pelo que escrevo e escolhi fazer.
Uma delícia.
Na pessoal não é diferente. Agradeço à família e ao namorado (discurso de miss) por toda crença no meu trabalho, talento e disposição para crescer. Mas isso não basta.
Sabe, a partida recente da diva da comunicação, Hebe Camargo, deixou uma frase que pretendo levar sempre comigo. "Tudo o que fizer, faça com amor e alegria"... não há melhor lição. Lição de alguém que lutou para viver e que não transmitia nenhum sentimento a não ser fé e a mencionada alegria.
A ela a minha total admiração. E do legado, tirarei uma um outro ponto de vista que carregarei pra toda vida e com isso, hoje me comprometo hoje a ter mais amor, a tudo: ao próximo, à família, ao namoradão (que merece um prêmio extra por aguentar uma Larissa que poucos conhecem.. rsrs), à profissão, ao dia a dia, à minha mente, ao meu corpo... à tudo. Haja coração.
Quero amor, alegria, paz, sabedoria e dinheiro no bolso para chegar aos 22 em 2013 com todos os meus propósitos alcançados. E que seja sempre feita a vontade de Deus!
É isso mesmo. Hoje comemoro, aos 21 anos, a conquista de tantas experiências e agradeço a DEUS por mais um ano de vida, "de vitórias, trajetos e glórias", porque hoje eu só tenho a agradecer e a refletir, estipular metas pessoais e profissionais para mais esse ciclo que se inicia.
Na vida profissional, que começou aos 18, só saldo positivo.
Diria até que a realização do sonho veio justamente em 2012, no Globoesporte.com, que é onde faço o que amo e me identifico como ninguém. Tenho muito a agradecer por isso e agradecendo me comprometo a fazer melhor, a fazer mais ainda pela minha profissão, pelo meu trabalho, me apaixonando cada dia mais pelo que escrevo e escolhi fazer.
Uma delícia.
Na pessoal não é diferente. Agradeço à família e ao namorado (discurso de miss) por toda crença no meu trabalho, talento e disposição para crescer. Mas isso não basta.
Sabe, a partida recente da diva da comunicação, Hebe Camargo, deixou uma frase que pretendo levar sempre comigo. "Tudo o que fizer, faça com amor e alegria"... não há melhor lição. Lição de alguém que lutou para viver e que não transmitia nenhum sentimento a não ser fé e a mencionada alegria.
A ela a minha total admiração. E do legado, tirarei uma um outro ponto de vista que carregarei pra toda vida e com isso, hoje me comprometo hoje a ter mais amor, a tudo: ao próximo, à família, ao namoradão (que merece um prêmio extra por aguentar uma Larissa que poucos conhecem.. rsrs), à profissão, ao dia a dia, à minha mente, ao meu corpo... à tudo. Haja coração.
Quero amor, alegria, paz, sabedoria e dinheiro no bolso para chegar aos 22 em 2013 com todos os meus propósitos alcançados. E que seja sempre feita a vontade de Deus!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Realização e novos rumos - Parte 2
Novos rumos!
É isso mesmo, mais uma vez a vida me deu novos rumos. Coisa louca, né?
Não é nem necessário tentar entender tantas mudanças, mas se quiser é simples. Boas oportunidades aparecem e eu não deixo de agarrá-las, e graças a Deus elas aparecem com frequência.
Mas hoje é diferente. Hoje é quase a realização de um sonho.
Sinto que cheguei à realização pessoal e profissional que tanto almejei, e com poucos 20 anos.
Há cerca de dois meses recebi um convite, o mais supreendente de todos. O convite para trabalhar no Globoesporte.com. Que delícia! Uma realização.
Hoje sou repórter e nunca me senti tão feliz indo pra rua, pegando sol, poeira e vento no cabelo. Vida de repórter! Os perrengues da reportagem esportiva me fazem muito bem, muito realizada. Nada a reclamar, só a agradecer.
Você sente a realização quando no final do expediente, todos os dias, você se sente uma pessoa melhor. Isso é pra poucos, e eu consegui.
Sinceramente penso que agora eu estou no que realmente sonhei, e por mérito. Bom, né? Só tenho a agradecer a quem acreditou - à família, aos amigos, companheiros de trabalho e ao homem da minha vida -, que confiam no meu trabalho e me dão a energia necessária pra seguir em frente. Muito obrigada, gente linda!
Mas tá, chega, vou parar de bla bla bla porque aqui não é cerimônia do oscar.
O que pretendo passar aqui hoje é um pouco da experiência com o esporte regional.
Quem trabalha no meio pode não acreditar, mas há histórias impressionantes por trás dos desportistas pouco valorizados no nosso Estado. Lindas histórias. Histórias de batalhas, de lutas diárias para quem escolheu dizer sim à uma vida saudável, digna e cheia de sonhos e que não pode contar com muito apoio. Triste realidade, mas bela iniciativa.
Histórias de atletas que suam, chegam ao ápice e pouco tem seu nome divulgado em Rondônia. Pessoas que são motivo de orgulho. Jogadores de futebol que estão na Europa ou em grandes clubes do país, atletas que têm em casa, em um canto simples da mobília, um troféu de relevância internacional... São tantos, tantos que se orgulham em representar Rondônia, mas que infelizmente não sentem a reciprocidade do povo. Não por maldade, mas por não conhecer. Uma grande falha que pretendemos consertar, ou pelo menos amenizar.
Hoje, trabalhando no ramo, um dos meus objetivos como jornalista é enaltecer o esforço de quem zela pelo esporte. De quem se dedica e de quem leva esse ritmo de vida à crianças e jovens em situação de risco como um simples ato de amor ao próximo. Às Marinalvas, Nenês, aos Robsons, Leandros e Nenos que conquistam, em uma batalha diária, um espaço no esporte.
Essa é a minha missão. A minha apaixonada missão.
É isso mesmo, mais uma vez a vida me deu novos rumos. Coisa louca, né?
Não é nem necessário tentar entender tantas mudanças, mas se quiser é simples. Boas oportunidades aparecem e eu não deixo de agarrá-las, e graças a Deus elas aparecem com frequência.
Mas hoje é diferente. Hoje é quase a realização de um sonho.
Sinto que cheguei à realização pessoal e profissional que tanto almejei, e com poucos 20 anos.
Há cerca de dois meses recebi um convite, o mais supreendente de todos. O convite para trabalhar no Globoesporte.com. Que delícia! Uma realização.
Hoje sou repórter e nunca me senti tão feliz indo pra rua, pegando sol, poeira e vento no cabelo. Vida de repórter! Os perrengues da reportagem esportiva me fazem muito bem, muito realizada. Nada a reclamar, só a agradecer.
Você sente a realização quando no final do expediente, todos os dias, você se sente uma pessoa melhor. Isso é pra poucos, e eu consegui.
Sinceramente penso que agora eu estou no que realmente sonhei, e por mérito. Bom, né? Só tenho a agradecer a quem acreditou - à família, aos amigos, companheiros de trabalho e ao homem da minha vida -, que confiam no meu trabalho e me dão a energia necessária pra seguir em frente. Muito obrigada, gente linda!
Mas tá, chega, vou parar de bla bla bla porque aqui não é cerimônia do oscar.
O que pretendo passar aqui hoje é um pouco da experiência com o esporte regional.
Quem trabalha no meio pode não acreditar, mas há histórias impressionantes por trás dos desportistas pouco valorizados no nosso Estado. Lindas histórias. Histórias de batalhas, de lutas diárias para quem escolheu dizer sim à uma vida saudável, digna e cheia de sonhos e que não pode contar com muito apoio. Triste realidade, mas bela iniciativa.
Histórias de atletas que suam, chegam ao ápice e pouco tem seu nome divulgado em Rondônia. Pessoas que são motivo de orgulho. Jogadores de futebol que estão na Europa ou em grandes clubes do país, atletas que têm em casa, em um canto simples da mobília, um troféu de relevância internacional... São tantos, tantos que se orgulham em representar Rondônia, mas que infelizmente não sentem a reciprocidade do povo. Não por maldade, mas por não conhecer. Uma grande falha que pretendemos consertar, ou pelo menos amenizar.
Hoje, trabalhando no ramo, um dos meus objetivos como jornalista é enaltecer o esforço de quem zela pelo esporte. De quem se dedica e de quem leva esse ritmo de vida à crianças e jovens em situação de risco como um simples ato de amor ao próximo. Às Marinalvas, Nenês, aos Robsons, Leandros e Nenos que conquistam, em uma batalha diária, um espaço no esporte.
Essa é a minha missão. A minha apaixonada missão.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Novos rumos...
Depois de muito, mas muito tempo mesmo sem postar, cá estou!
Agora com novos rumos, novas atribuições e experiências a serem compartilhadas. Estamos evoluindo e isso graças a muito trabalho.
O tema de hoje, de agora, é justamente o rumo que a vida nos impõe, ou que escolhemos - isso vai do olhar de cada um.
Em um período de um ano e uma grande movimentação profissional, pude perceber a importância das escolhas e do aventurar-se em novas oportunidades. Essa percepção só vem com um pouco de maturidade e ousadia ao arriscar-se em novas "aventuras profissionais".
Uma pessoa muito sábia, que entrou na minha vida trazendo uma leva de sabedoria (em todos os sentidos), diz que "corajosos são aqueles que se aventuram e não se acomodam", isso profissionalmente falando. Ele faz essa menção ao ser questionado sobre pessoas que mudam de trabalho por ideologia, aprendizado ou por querer se arriscar e aprender, sem se prender à salários, vínculos ou funções. Sem se acomodar ao que a experiência "do emprego" proporciona. Confere, Joeliton Menezes?
Pois bem.
Tenho orgulho em dizer que tive essa coragem e hoje trabalho em dois segmentos totalmente diferentes, entre eles e dos que eu iniciei minha vida profissional. Não vou e nem devo omitir que por tais escolhas fui alvo de muitos julgamentos, o que é normal. Ser "cigano" nesse âmbito não é ruim, desde que haja um propósito e toda responsabilidade dentro de tudo o que está envolvido nas escolhas.
Aderir essas novas atribuições foi parte de um processo cheio de duvidas, medos e expectativas. Mas olha... com empirismo hoje recomendo: aventure-se, abra-se a novas experiências e acima de tudo tenha sede, fome, necessidade de aprendizado. E isso não só na comunicação, ok?
Essas mudanças, principalmente para nós que estamos em início de carreira, trazem uma noção mais aprofundada da nossa função, do que realmente queremos e procuramos. E para o que eu escolhi, a assessoria de comunicação, vejo nessa a melhor maneira de ter uma bagagem de conhecimento.
Hoje, mesmo jovem, topo qualquer parada. O medo vem, mas passa.
É a tal maturidade profissional que se aconchega.
Todo esse lenga-lenga pra falar a você, caro amigo, que as mudanças são extremamente necessárias. Dentro do tema, são importantes para que haja crescimento profissional e uma absorção da experiência que o novo trabalho, o novo ambiente e os novos colegas de profissão (ou os de outras áreas mesmo) oferecem. Isso só faz bem, tanto como pessoa como profissional.
Não tenha medo de arriscar e se for possível, pese menos a questão salarial. Essa será supervalorizada quando agregada, futuramente, ao seu conhecimento. E esse, colega, esse ninguém tira de você.
Beijo grande.
Agora com novos rumos, novas atribuições e experiências a serem compartilhadas. Estamos evoluindo e isso graças a muito trabalho.
O tema de hoje, de agora, é justamente o rumo que a vida nos impõe, ou que escolhemos - isso vai do olhar de cada um.
Em um período de um ano e uma grande movimentação profissional, pude perceber a importância das escolhas e do aventurar-se em novas oportunidades. Essa percepção só vem com um pouco de maturidade e ousadia ao arriscar-se em novas "aventuras profissionais".
Uma pessoa muito sábia, que entrou na minha vida trazendo uma leva de sabedoria (em todos os sentidos), diz que "corajosos são aqueles que se aventuram e não se acomodam", isso profissionalmente falando. Ele faz essa menção ao ser questionado sobre pessoas que mudam de trabalho por ideologia, aprendizado ou por querer se arriscar e aprender, sem se prender à salários, vínculos ou funções. Sem se acomodar ao que a experiência "do emprego" proporciona. Confere, Joeliton Menezes?
Pois bem.
Tenho orgulho em dizer que tive essa coragem e hoje trabalho em dois segmentos totalmente diferentes, entre eles e dos que eu iniciei minha vida profissional. Não vou e nem devo omitir que por tais escolhas fui alvo de muitos julgamentos, o que é normal. Ser "cigano" nesse âmbito não é ruim, desde que haja um propósito e toda responsabilidade dentro de tudo o que está envolvido nas escolhas.
Aderir essas novas atribuições foi parte de um processo cheio de duvidas, medos e expectativas. Mas olha... com empirismo hoje recomendo: aventure-se, abra-se a novas experiências e acima de tudo tenha sede, fome, necessidade de aprendizado. E isso não só na comunicação, ok?
Essas mudanças, principalmente para nós que estamos em início de carreira, trazem uma noção mais aprofundada da nossa função, do que realmente queremos e procuramos. E para o que eu escolhi, a assessoria de comunicação, vejo nessa a melhor maneira de ter uma bagagem de conhecimento.
Hoje, mesmo jovem, topo qualquer parada. O medo vem, mas passa.
É a tal maturidade profissional que se aconchega.
Todo esse lenga-lenga pra falar a você, caro amigo, que as mudanças são extremamente necessárias. Dentro do tema, são importantes para que haja crescimento profissional e uma absorção da experiência que o novo trabalho, o novo ambiente e os novos colegas de profissão (ou os de outras áreas mesmo) oferecem. Isso só faz bem, tanto como pessoa como profissional.
Não tenha medo de arriscar e se for possível, pese menos a questão salarial. Essa será supervalorizada quando agregada, futuramente, ao seu conhecimento. E esse, colega, esse ninguém tira de você.
Beijo grande.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Do aprendizado
Um blog de comunicação (pelo menos o meu) não serve apenas para compartilhar o que "rola" aqui no meu mundo profissional... entendo que também posso comunicar o que aprendo no dia a dia e que faz muita, mas muita diferença. Um desses aprendizados é que comunicar, em qualquer área da vida, é uma tarefa necessária, mas nem por isso descomplicada... mas vamos por partes.
Dificuldades foram feitas para serem superadas, e olha: não há sentimento comparável ao que temos quando tudo dá certo no final. Isso em qualquer aspecto.
E agora eu lanço um desafio... você consegue listar o que aprender nas complicações da vida? rá! Eu consegui.
São exatamente dez... dez ensinamentos que levarei para a vida toda.
1 - Parece clichê, mas inevitavelmente para amar alguém, você deve ser amar primeiro. Como pedir o que você não não tem a oferecer?
2 - Não sufoque! Tenha um tempo pra você e deixe que quem você ama também tenha... seja amigo, mãe, irmão, namorado... individualidade não é falta de respeito. :)
3 - Precisamos ter a consciência permanente de que não somos perfeitos e que desta forma, não podemos cobrar perfeição de ninguém.
4 - Definitivamente você é o que PENSA. Tudo a sua volta é reflexo do que você emana. Logo, PENSAMENTOS POSITIVOS NOW!
5 - Não crie expectativas exageradas sobre nada. O exagero, por si só, já é um mal.
6 - Equilibre-se, agradeça. O resto irá fluir surpreendentemente bem.
7 - Para cada desejo, faça três agradecimentos... por exatamente tudo que possui, principalmente espiritualmente.
8 - Ame e viva dia após dia.
9 - Novamente: ame, mas não dependa desse amor. Tenha no outro um complemento, não a sua base.
10 - E por fim, siga seu coração. Ouça seus amigos, analise os fatos, mas sempre dê ouvidos ao que sua alma diz... porque no fundo, "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
Dois beijos.
Dificuldades foram feitas para serem superadas, e olha: não há sentimento comparável ao que temos quando tudo dá certo no final. Isso em qualquer aspecto.
E agora eu lanço um desafio... você consegue listar o que aprender nas complicações da vida? rá! Eu consegui.
São exatamente dez... dez ensinamentos que levarei para a vida toda.
1 - Parece clichê, mas inevitavelmente para amar alguém, você deve ser amar primeiro. Como pedir o que você não não tem a oferecer?
2 - Não sufoque! Tenha um tempo pra você e deixe que quem você ama também tenha... seja amigo, mãe, irmão, namorado... individualidade não é falta de respeito. :)
3 - Precisamos ter a consciência permanente de que não somos perfeitos e que desta forma, não podemos cobrar perfeição de ninguém.
4 - Definitivamente você é o que PENSA. Tudo a sua volta é reflexo do que você emana. Logo, PENSAMENTOS POSITIVOS NOW!
5 - Não crie expectativas exageradas sobre nada. O exagero, por si só, já é um mal.
6 - Equilibre-se, agradeça. O resto irá fluir surpreendentemente bem.
7 - Para cada desejo, faça três agradecimentos... por exatamente tudo que possui, principalmente espiritualmente.
8 - Ame e viva dia após dia.
9 - Novamente: ame, mas não dependa desse amor. Tenha no outro um complemento, não a sua base.
10 - E por fim, siga seu coração. Ouça seus amigos, analise os fatos, mas sempre dê ouvidos ao que sua alma diz... porque no fundo, "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
Dois beijos.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
E em 2011...
Sim, começo o post em clima de "ano novo" mesmo em Abril. Isso porquê é o primeiro post de 2011...
Como o blog é de Comunicação, afirmo que uma Comunicadora renasceu neste ano, e não faz pouco tempo.
Hoje, aqui, a palavra de ordem é maturidade. Só o amadurecimento, tanto pessoal quanto profissional, te faz melhor em tudo o projeta. E hoje venho falar sobre isso.
Em 2011 eu aprendi com uma pessoa super especial (Te amo!) o que todo mundo sabe mas não põe em prática... é a tal fórmula do "ter objetivos": que nada tem de secreta e tudo tem de eficiente. Mais do que almejar o crescimento, é ter metas definidas em tudo o que faz na vida.
Estudar com capricho, namorar com zelo, cuidar da família como se não houvesse amanhã e trabalhar, trabalhar sempre para ser o melhor no que faz. Expor todo o seu talento e se tornar referencia..
E trabalhando assim, superando as barreiras que surgem e que são totalmente comuns, é possível ser marcado pelo diferencial. Aquele que trabalha/comunica com capricho e talento é visto e admirado. É assim que funciona, sem mistérios. E o que mudou Jornalista/Publicitária?
Hoje afirmo que a maior valorização profissional é a auto-valorização.
Hoje tento reconhecer meus talentos e apostar neles como nunca apostei em nada na vida.
Hoje agradeço por cada oportunidade que tive e venho tendo até hoje, pelos convites que pude recusar e com isso me sentir ainda lisongeada, pois no mercado atual, escolher é privilégio.
Hoje quero trabalhar melhor que ontem, sentir mais que ontem, ser mais dedicada que nunca. Mas isso é em todos os setores da vida.
Em 2011 já aprendi que a melhor forma de ser reconhecido e valorizado (seja onde trabalha ou no mercado) é mostrando o que você tem de melhor, da forma que você achar que melhor se encaixa.
Aos insatisfeitos, reclamões, estressados e etc.. (que tem por todo lado e eu não julgo) vai uma sugestão: vamos praticar juntos, só por hoje, a tranquilidade e o profissionalismo? Amanhã firmaremos outra parceria, combinado?
=)
Esse é um post diferente, que mais demonstra aprendizado que a Comunicação propriamente dita.
Mas garanto que tem tudo a ver.
Repense na sua vida, nos seus atos, no seu trabalho e na credibilidade que quer manter ou conquistar. É o primeiro passo.
Bom dia, boa semana, bom ano e principalmente, bom trabalho!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O ser e o estar Jornalista (em Rondônia)
Um brainstorm causa isso: uma tempestade de posts! E hoje escolhi comentar um pouco sobre o Ser e o Estar Jornalista. Quem faz Comunicação Social sabe bem do que digo.
No começo do curso é muito comum ver pessoas que entram no Jornalismo ou por gostar de escrever, ou por ter um ídolo na TV (acredite! isso acontece.), ou por apenas ser curioso, ou gostar de se comunicar...
Mas como, como uma pessoa que pensa dessa forma julga ter o dom para encarar um curso superior e consequentemente, o mercado de trabalho? É complicado.
Ser Jornalista é reunir todas essas características e um pouco mais.
É gostar e saber escrever bem (no mínimo), é ter aptidão para conversar com pessoas dificeis e extrair delas as informações que você precisa, é engolir o orgulho e ligar para uma emissora ou assessoria que você não suporta, é ter seu texto revisado, cortado e criticado o tempo todo e principalmente: aguentar o fato de qualquer um poder ter o título de Jornalista. Tudo pela não obrigatoriedade do diploma. Entram mais algumas características e por aí vai.
Os que estão Jornalistas agridem os que SÃO Jornalistas e ponto. Eu sou Jornalista e posso dizer isso com propriedade.
Meu objetivo com esse post é mostrar uma certa indignação por quem escreve, simplesmente escreve e se julga um Comunicador. Calma lá!
O que vemos nos sites de Rondônia nos dias atuais são exemplos claros disso. Pessoas sem ética alguma, que estão no Jornalismo e pretendem manipular a massa com ideais soltas e contradições, principalmente sobre política. Uma vergonha. E não to defendendo candidato nenhum, antes que alguém se manifeste. O que defendo é um Jornalismo excelente, com matérias sérias e realmente necessárias à quem as consome.
Não tenho mais esperanças acerca do diploma passar a ser obrigatório, sinceramente. Mas tenho consciencia social e profissional para saber que o que se tem feito nesse Estado não é de longe o Jornalismo necessário.
E pra finalizar, pq sei que meu recado já foi dado, o desejo é que a população, um dia, saiba distinguir os que são e os que estão Jornalistas. Aos que são: ética, profissionalismo e reconhecimento. Aos que estão, é bom que procurem outra coisa pra fazer/outra profissão para exercer porque a sociedade e principalmente os profissionais sérios não merecem esse tipo de palhaçada.
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