quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O ser e o estar Jornalista (em Rondônia)

Um brainstorm causa isso: uma tempestade de posts! E hoje escolhi comentar um pouco sobre o Ser e o Estar Jornalista. Quem faz Comunicação Social sabe bem do que digo.
No começo do curso é muito comum ver pessoas que entram no Jornalismo ou por gostar de escrever, ou por ter um ídolo na TV (acredite! isso acontece.), ou por apenas ser curioso, ou gostar de se comunicar...
Mas como, como uma pessoa que pensa dessa forma julga ter o dom para encarar um curso superior e consequentemente, o mercado de trabalho? É complicado.
Ser Jornalista é reunir todas essas características e um pouco mais.
É gostar e saber escrever bem (no mínimo), é ter aptidão para conversar com pessoas dificeis e extrair delas as informações que você precisa, é engolir o orgulho e ligar para uma emissora ou assessoria que você não suporta, é ter seu texto revisado, cortado e criticado o tempo todo e principalmente: aguentar o fato de qualquer um poder ter o título de Jornalista. Tudo pela não  obrigatoriedade do diploma. Entram mais algumas características e por aí vai.
Os que estão Jornalistas agridem os que SÃO Jornalistas e ponto. Eu sou Jornalista e posso dizer isso com propriedade.
Meu objetivo com esse post é mostrar uma certa indignação por quem escreve, simplesmente escreve e se julga um Comunicador. Calma lá! 

O que vemos nos sites de Rondônia nos dias atuais são exemplos claros disso. Pessoas sem ética alguma, que estão no Jornalismo e pretendem manipular a massa com ideais soltas e contradições, principalmente sobre política. Uma vergonha. E não to defendendo candidato nenhum, antes que alguém se manifeste. O que defendo é um Jornalismo excelente, com matérias sérias e realmente necessárias à quem as consome.
Não tenho mais esperanças acerca do diploma passar a ser obrigatório, sinceramente. Mas tenho consciencia social e profissional para saber que o que se tem feito nesse Estado não é de longe o Jornalismo necessário.

E pra finalizar, pq sei que meu recado já foi dado, o desejo é que a população, um dia, saiba distinguir os que são e os que estão Jornalistas. Aos que são: ética, profissionalismo e reconhecimento. Aos que estão, é bom que procurem outra coisa pra fazer/outra profissão para exercer porque a sociedade e principalmente os profissionais sérios não merecem esse tipo de palhaçada.




terça-feira, 19 de outubro de 2010

Trillhando um sonho antigo

Só experiência é o que eu tenho adquirido nesse trabalho. Hoje vejo o quanto a Assessoria pode ser completa e super abrangente. Trabalhar com todas as áreas da Comunicação tem me deixado cada vez mais apaixonada, mas tá: esse não é o foco.
O foco ainda é a Campanha de 30 Anos do Colégio.
 O VT de 120s foi só emoção. Não só pra quem participou do processo - tanto na produção, quanto aos pais e alunos Objetivo, ou para quem só assistiu mesmo, que viu e ficou com o jingle e a ideia de que essa é uma das campanhas mais lindas do Colégio. Mas esse não foi o único vídeo produzido em homenagem.
O Trilhando a História (que pra quem não conhece são as expedições realizadas por alunos do Ensino Médio da Instituição que são gravadas e exibidas na RedeTV) também foi inserido com o objetivo de mostrar, claro, a História vivida nesses 30 anos. Mais um desafio.
O primeiro (e mais trabalhoso) foi produzir um roteiro onde os 30 anos fossem contados detalhada e historicamente em um programa de aproximadamente 15 minutos. Conversar informalmente com o Diretor Geral, Milton Pellucio, e entender todo o percurso desde o começo foi lindo. É uma história linda.
 Mas enfim... ideia definida, roteiro pronto e mãos a obra!
Aleks Palitot, nosso ilustre Historiador e Apresentador desse quadro que é sem dúvida um sucesso, implantou toda sua experiência "histórica e televisiva" e logo percebi que não seria dificil, e sim muito prazeroso.
Fotos escolhidas, convidados e gravações confirmados: tudo perfeito e dentro do prazo. Mais uma vitória! Sair tudo como planejado é sim uma vitória. O nome disso é planejamento: algo necessário mas que nem sempre é possível seguir a risca.
A primeira exibição aconteceu no Encontro Anual dos Nossos Talentos, realizado no Cinema do PVH Shopping apenas para colaboradores. E o crédito da Produção foi para quem? Larissa Evelin, claro! Esse  tipo de reconhecimento, olha... não tem preço. Um desafio deliciosamente superado.
Mas falta um detalhe nessa história toda.

Todos sabem da minha idade e do pouco tempo que faz que saí do Ensino Médio. Infelizmente não estudei no Objetivo para poder participar das Expedições, mas confesso que o desejo de fazê-lo era tão grandioso quanto a paixão pela Comunicação. E num piscar de olhos eu tenho a oportunidade de produzir um. Posso dizer que foi sim o SONHo  realizado. Um dia direi que aquele memorável Trilhando a História, que conta de um jeito doce e tradicional a vinda de uma família à Rondônia a convite de ninguém mais, ninguém menos que Jorge Teixeira - 1º Governador do Estado para implantação do primeiro cursinho foi eu SIM quem produziu.
Posso citar também que a minha segunda opção de curso era o de História?

É, gente. Não é todo mundo que tem essas oportunidades tão descaradas... Mas no fundo, o que vale é saber aproveitar com paixão, organização e competência. Mas não se preocupem: todas estão sendo apaixonadamente aproveitadas. E segue o link!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

19 anos de vida em 1 de mercado.

A definição é exatamente essa. São 19 anos de vida encontrados em quase um ano de carreira - que de longe parece ser muito, muito mais. No dia 03 de Outubro de 2009 alcancei a "maioridade" e já no dia 28 do mesmo mês comecei a trabalhar. Estagiária em Jornalismo.
A partir daí ocorreu uma ascensão quase que inacreditável. Em um ano, de estagiária/faz tudo num site de notícias para Assessora de Comunicação do maior Grupo Educacional de Rondônia - Grupo Objetivo.
 Sorte? Sim. Mas a definição de Marcelo Suzuki para sorte não é bem o que eu tinha por teoria: "Sorte nada mais é que preparo aliado à oportunidade". Perfeito.
Oportunidade e talento, no meu caso. Afinal, quem está devidamente preparado no Terceiro Semestre da Faculdade e com quase nada de experiência? É talento!!

Pra ser Comunicador não basta querer, tem que conhecer, sentir, ter o felling e muita, muita paciência. Isso porque de Médico, Psicólogo e Comunicador todo mundo tem um pouco.
Ser Jornalista não é fácil, mas tem sim suas recompensas. Ter seu trabalho sujeito a julgamentos de uma forma tão escancarada, trabalhar o imaginário, formar opiniões e mover uma sociedade - seja negativa ou positivamente, é fascinante.
E porque "É tudo Comunicação"? Porque o trabalho no Objetivo Rondônia ampliou meus horizontes, profissionalmente falando, de uma maneira deliciosa. Hoje me vejo dentro de uma Agência de Publicidade, sendo assessora/fotógrafa/redes sociais/redatora/jornalista/criação/produção/revisão/reporter/cinegrafista e mais algumas coisas que não recordo, mas faço!
Participar, na mesma semana, da produção de um VT Institucional com 120s (que deu um trabalhão...) e de um documentário do Trilhando a História que conta a história deste Grupo de um jeito bem Jornalista mostrou como a Comunicação é muito mais ampla e atraente do que eu imaginava. Bem mais atraente.
Hoje tenho uma visão diferente, experiências diferentes e um carinho especial por essa carreira que não escolhi, pois foi o destino que impôs. E Obrigada, destino!